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Folha Acessibilidade – ANO IV – EDIÇÃO No 8 – 2017.2

EDITORIAL

Tradução da seção “Editorial” para Libras (link externo)

logo da secretaria de acessibilidade UFC INCLUIO Jornal Folha Acessibilidade chega a sua 8ª edição cheio de novidades.

A primeira delas é que agora o Jornal encontra-se exclusivamente online, possibilitando trazer novas ferramentas de acessibilidade e podendo ser consumido por todos.

A outra grande novidade desta edição é o lançamento de uma extensão do Folha Acessibilidade na Web: o podcast Folha Acessibilidade. O programa, lançado junto com o Jornal, traz uma discussão aprofundada sobre o tema da matéria principal do Folha Acessibilidade. Nesta edição, traremos em debate o “Baralho Acessível” discutido na matéria “Jogos analógicos acessíveis como ferramentas de pedagogia e diversão”.

CLIPPING

Tradução da seção “Clipping” para Libras (link externo)

Primeiro parque aquático do mundo para pessoas com deficiência

O Morgan’s Inspiration Island foi pensado para atender pessoas com as mais variadas deficiências. Suas atrações podem ser apreciadas por deficientes visuais, usuários de cadeiras de rodas, pessoas com problemas cognitivos, entre outros.

O parque oferece cadeiras de rodas para os visitantes que precisam, de forma que eles não danifiquem as suas próprias cadeiras. Além disso, pessoas que estejam com acompanhantes podem contar com uma pulseiras de alta-tecnologia desenvolvida para que elas possam ser facilmente localizadas.

Saiba mais em: https://goo.gl/dNZqAu

Conheça o Dot, o primeiro relógio inteligente em braille

Imagem do relógio Dot Watch, com pontos braile destacados na tela indicando as horas.

O “Dot Watch” é um relógio que possui um display com 24 pontos em auto relevo sensíveis ao toque. Os pontos são controlados magneticamente e se movimentam para formar as mensagens de textos enviadas via bluetooth por smartphone, da mesma forma que acontece com smartwatches tradicionais.

O relógio levou cerca de três anos para ser desenvolvido pela startup “Dot in Corp” e contou ainda com o patrocínio de pessoas importantes como o cantor Stevie Wonder, que possui deficiência visual.

Saiba mais em: https://goo.gl/OcdHx1

Criança com síndrome de Down estrela comercial emocionante

Bebê com Síndrome de Down em comercial da marca Johnson's BabyNo Dia das Mães deste ano, a Johnson´s, em uma ação publicitária, mostrou uma criança com síndrome de Down. Esta foi a primeira vez em que a marca de produtos infantis incluiu um bebê com deficiência.
Criado pela agência DM9, o vídeo faz parte da campanha “Para nós e para todas as mães, todo bebê é um bebê Johnson’s” e um dia após sua divulgação, já tinha mais de 1 milhão de visualizações no Facebook.
No comercial é possível ver, inicialmente, detalhes do bebê, como pés, olhos, mãos e pele, até que no final é revelado que se trata de um bebê com a síndrome.
A campanha foi bem recebida pelo público e atualmente o vídeo conta mais de 35 mil compartilhamentos e 6 milhões de visualizações.

Saiba mais em: https://goo.gl/WbSjtO

ACONTECEU

Tradução da seção “Aconteceu” para Libras (link externo)

V Semana de Inclusão e Acessibilidade

Esta edição trouxe um novo formato para o evento, no qual os alunos da UFC e o público externo puderam contribuir com apresentações de trabalhos e discussões.

Participantes apresentam trabalhos na V Semana de Inclusão e Acessibilidade

Nos dias 24, 25 e 26 de maio, ocorreu a V Semana de Inclusão e Acessibilidade. O evento, organizado pela Secretaria de Acessibilidade UFC Inclui, foi realizado nos auditórios Valnir Chagas (Faculdade de Educação) e Reitor Ícaro de Sousa Moreira (Centro de Ciências), nos campi Benfica e Pici, respectivamente.

Essa mudança buscou maior envolvimento e participação do público interno e externo. Para Davi Cândido, organizador e mediador do evento, “O novo formato visa permitir a troca de conhecimentos entre pesquisadores, além de apresentar o que está sendo produzido dentro e fora da UFC”.

Durante os três dias, foram apresentados projetos sobre os mais variados temas inseridos no contexto da inclusão e da acessibilidade, como “As praças do Centro de Fortaleza são espaços inclusivos?” e “Fotografia Tátil como ferramenta de inclusão cultural”.

A professora Rosemeire Barbosa, que trabalha com Atendimento Educacional Especializado e está participando pela terceira vez da Semana de Inclusão e Acessibilidade, ressalta a importância dos profissionais da Pedagogia participarem de eventos como esse para complementarem sua formação e discutirem sobre o tema dentro e fora da sala de aula.

Entre os trabalhos apresentados no segundo dia, Sarah Ferreira, Aline Teixeira e Francisco Gomes, desenvolveram o projeto “Sentindo a química: propagação do ensino de química em grupos com deficientes visuais”, com orientação de Nilce Viana. A pesquisa proporcionou o contato entre estudantes com deficiência visual do 9° ano do ensino fundamental e a química por meio da exposição à experimentação.

Público experimenta a sensação de "ver" uma fotografia tátil

Francisco, que participou pela primeira vez nesta edição, destaca que esse formato de apresentações “democratiza a participação na universidade, expõe o que está sendo feito e permite também uma troca de experiências muito mais fluida e intensa”.

Ao final de cada apresentação, os participantes puderam fazer perguntas e dar contribuições. O estudante argumenta ainda que “a partir do momento em que o trabalho é exposto, a comunidade consegue maturá-lo através de críticas construtivas com base no que foi apresentado em outros projetos”. Essa troca é benéfica para o aperfeiçoamento dos trabalhos apresentados e para levantar outras questões.

A receptividade mostra que esse novo formato foi bem aceito e pôde alcançar o objetivo de promover o intercâmbio de conhecimentos em diversas áreas de pesquisa, além de dar espaço para a exposição desses trabalhos para um público amplo.

BRINCADEIRAS

Tradução da seção “Brincadeiras” para Libras (link externo)

Jogos analógicos acessíveis como ferramentas de pedagogia e diversão

Maria Carlizeth com o baralho acessível

Além da tradicional recreação na quadra, a professora Betiza Falcão leva nas aulas de educação física semanais jogos de tabuleiro, cartas, jogo da memória e outros jogos conhecidos como analógicos.

A educadora física trabalha com alunos com deficiência em uma escola pública do município de Caucaia, região metropolitana de Fortaleza. “A atividade física de modo geral – recreações, jogos, brincadeiras – e o fato de não estar preso só às aulas, ajuda a desenvolver algumas habilidades como coordenação motora, iniciativas de cooperação e socialização com os colegas. E é uma coisa que encanta as crianças e os adolescentes, eu vejo o interesse deles por essas atividades”, conta Betiza.

Estes e outros jogos analógicos envolvem estratégia, sorte e alguns envolvem os dois. Por isso, são importantes na pedagogia para pessoas de qualquer idade e condição. É importante também que haja não só o momento da brincadeira, mas que profissionais (psicopedagogos, psicólogos, professores etc.) analisem e avaliem a evolução dos jogadores com deficiência depois destas atividades.

Maria Carlizeth da Silva, que adquiriu a cegueira durante a infância, explica que sentia falta de jogos adaptados na época da escola, e só foi ter acesso a eles na fase adulta. Ela, agora com 43 anos, conta que, apesar do contato tardio, tanto os jogos analógicos como os virtuais foram importantes no desenvolvimento de algumas habilidades. “Esses jogos me ajudam bastante na questão motora, na atenção; se for em computador, na questão auditiva, sem falar da diversão e a sensação de ganhar o jogo. Eles são bons tanto para o entretenimento, como para educação”, explica.

Apesar do crescimento constante do mercado de games digitais, os jogos tradicionais não perdem espaço. Em 2015, o faturamento destes jogos no Brasil foi de US$ 231,4 milhões, crescimento de 11,2% em relação a 2014. A pesquisa foi feita pela Euromonitor, empresa internacional de pesquisa em marketing.

Muitos desses jogos estão sendo desenvolvidos a fim de possibilitar que pessoas com deficiência possam jogar entre si ou com pessoas sem deficiência, não prejudicando a interação. Marcações táteis, braile, Libras e Escrita de Sinais são algumas das ferramentas utilizadas para permitir a acessibilidade.

Baralho Acessível

Baralho acessível

Para Maria Carlizeth, e outras pessoas que precisam de adaptação nos jogos analógicos, surgiu o baralho acessível.

Davi Cândido, técnico em Assuntos Educacionais, idealizou o projeto em 2015 junto com o amigo Laerte Moura, técnico de Laboratório/Multimídia, depois de conversar com pessoas cegas que nunca tinham jogado baralho, e outras que deixaram de jogar depois de perder a visão na fase adulta. “A priori, foi pensado só uma sensibilização na carta com textura, com as letras maiores, para facilitar o jogo. Mas a gente viu que a carta iria ficar quase em alto relevo, o que poderia atrapalhar na hora de embaralhar”, explica Davi.

Então, percebeu-se que poderiam ser utilizadas cartas de plástico com tecnologia RFID (Identificação por Rádio Frequência, em português), o mesmo usado em carteiras de estudante, restaurantes universitários, etc. O uso da tecnologia permitiu que o relevo dos cartões ficassem mais sutis com a aplicação de adesivos, tornando-os mais práticos e esteticamente bonitos.

O sistema do jogo funciona assim: Cada jogador cego fica com um leitor de cartão que indica a ele qual é aquela carta. E há um leitor de cartão no centro para indicar aos demais jogadores qual a carta descartada. Os leitores são conectados por um cabo USB comum a um ou mais computadores.

Xadrez acessível Xadrez acessível

Cada carta possui uma frequência que a identifica. Por exemplo, há uma frequência diferente para 2 de copas, 5 de paus, Às de ouro, etc. O áudio é ouvido por fones de ouvido conectados aos computadores onde estão ligados os leitores.

Jogo da memória de texturas

Nos testes iniciais das cartas acessíveis, foram realizadas 4 partidas de “batidinha”, cada uma com 3 jogadores. Maria Carlizeth foi uma das primeiras pessoas com deficiência a testar o baralho. Ela fala que o novo formato do baralho ajuda porque os tradicionais com braile podem apagar os relevos ao longo do tempo. “Achei o jogo bem interessante. Primeiro usei o jogo virtual para conhecer o esquema do jogo, para depois jogar com as cartas físicas”, explica Carlizeth.

O projeto ainda se encontra em caráter experimental, mas já é considerado importante por permitir que cegos joguem independente de saberem ou não braile, além de poder ser jogado também por pessoas videntes. “Apesar do sucesso no teste de nosso primeiro protótipo, pretendemos desenvolver uma segunda versão na qual não se faça uso de um computador pessoal ligado aos leitores. Para tanto, faremos uso da tecnologia de micro controladores tornando o jogo portátil e ágil”, completam os idealizadores do projeto. Confira mais no podcast:

Tradução do Podcast para Libras (link externo)

COMPORTAMENTO

Tradução da seção “Comportamento” para Libras (link externo)

Acessibilidade Atitudinal: adaptação de espaços físicos junto a inclusão sociocultural

Perceber o outro sem preconceitos, discriminações ou estereótipos. São estas atitudes que promovem e impulsionam a quebra de obstáculos.

Aluna participando de momento de sensibilização no Bosque Moreira Campus

Acessibilidade Atitudinal é sobre comportamentos sociais e a importância do tratamento adequado às pessoas com deficiência, inclusive ao projetar espaços físicos adaptados. Algumas pessoas necessitam usar instrumentos, como bengala ou cadeira de rodas, ou uma língua, como a Libras, para participar e interagir no meio social. Por isso, deve-se pensar em como tornar espaços físicos e sociais, a fim de receber esta diversidade.

Algumas ações ainda explicitam as barreiras atitudinais presentes em nosso dia-a-dia. Por exemplo, quando alguém estaciona em vaga destinada às pessoas com deficiência; chama um cadeirante de “aleijado”; imita alguém com deficiência; não emprega uma pessoa somente por ela ter deficiência; até mesmo quando deixa de tentar ajudar uma pessoa com deficiência só porque não sabe como se aproximar. Não só a atitude errada classifica-se como barreira atitudinal, mas a simples falta de uma atitude positiva já dificulta a inclusão e a quebra de barreiras.

 Espaço Físico

A Convenção Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, documento mundialmente adotado (inclusive pelo Brasil) com propostas de acessibilidade, traz uma orientação para espaços físicos: o desenho universal. O conceito propõe que produtos e ambientes devam ser projetados de modo que sejam acessíveis e confortáveis a todos, seja qual for a condição ou idade dos usuários. Segundo o documento, o desenho de todos os espaços deve levar em conta dimensões sociais, históricas e antropológicas, além de aspectos de usabilidade e ergonomia.

Espaço Social

Abaixo você confere dicas sobre como agir ao encontrar pessoas com deficiência. É valido lembrar que, antes de tudo, elas são pessoas. Portanto, devem ser tratadas com respeito.

Deficiência visual

Ao encontrar-se com uma pessoa cega, toque o seu braço e se apresente antes de começar a conversa. Fale normalmente, não precisa gritar. Pergunte se ela precisa de ajuda e, caso precise, coloque a mão dela no seu ombro ou no cotovelo dobrado antes de começar a andar.

Deficiência física (cadeirantes)

Nunca movimente a cadeira sem antes pedir permissão ao cadeirante. Em nenhuma hipótese estacione em uma vaga reservada a pessoas com deficiência.

Deficiência física (não cadeirantes)

Mantenha muletas e ou bengalas sempre próximas da pessoa com deficiência e compreenda que pequenas barreiras podem ser grandes obstáculos, então deixe o caminho sempre livre. Se presenciar um tombo, antes de ajudar, pergunte como que fazer.

Deficiência auditiva

Evite termos pejorativos como surdinho, mudinho ou surdo-mudo. Mesmo que o surdo esteja acompanhado de um intérprete, fale sempre se dirigindo a ele. O surdo pode se comunicar com você por meio da língua de sinais, da escrita do Português ou pela leitura labial.

Deficiência intelectual

Pessoas com deficiência intelectual podem e devem trabalhar. Se for uma criança, trate-as como criança. Se for adolescente, trate-a como adolescente. Se for uma pessoa adulta, trate-a como tal.

CINEMA

Tradução da seção “Cinema” para Libras (link externo)

Programa apoia conteúdo acessível no cinema

A Agência Nacional do Cinema promove projeto que garante ajuda financeira para tornar acessíveis produções cinematográficas.

A estudante surda Danielle Kraus segurando um cartaz em um cinema onde se lê: "legenda para quem não ouve é Lei!"

A acessibilidade para deficientes visuais e auditivos nas salas de cinema está prevista na Lei Brasileira de Inclusão, Lei 13.146 de 2015. A lei fixou um prazo máximo de quatro anos, a partir de 1º de janeiro de 2016, para que as salas de cinema brasileiras ofereçam, em todas as sessões, os recursos de acessibilidade: legenda, legenda oculta, audiodescrição e Língua Brasileira de Sinais (Libras). Os recursos deverão ser organizados de maneira que permita o acesso individual ao conteúdo acessível, sem interferir na experiência dos demais espectadores.

Apesar dessa garantia estar prevista na lei, a cerca de um ano, um protesto ficou muito famoso nas redes sociais. A estudante surda Danielle Kraus, de 20 anos, queria assistir a um filme no cinema, mas não encontrou legendas nas sessões de duas animações exibidas nas salas de um shopping de São José, na Grande Florianópolis. A postagem da jovem teve mais de 33 mil compartilhamentos e motivou cobrança da OAB-SC.

Este ano, em 28 de março, a Agência Nacional do Cinema (Ancine) lançou o Programa de Apoio à Distribuição de Conteúdo Acessível no Segmento de Exibição Cinematográfica 2017. O objetivo da iniciativa é garantir que os lançamentos de pequeno porte contem com recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência visual e auditiva. Após um período de consulta pública, a Ancine elaborou normas que dispõem sobre os critérios básicos de acessibilidade visual e auditiva a serem observados pelos distribuidores e exibidores cinematográficos.

O programa vai contemplar com até R$ 15 mil as empresas distribuidoras de produções nacionais ou estrangeiras com ocupação máxima de até 20 salas de cinema. Os apoios serão destinados às obras, nacionais ou estrangeiras, a serem exibidas comercialmente até 30 de junho de 2018.

Os recursos terão que ser utilizados exclusivamente para a execução de serviços de legendagem, legendagem descritiva, Libras e audiodescrição. Os pedidos deverão ser feitos em nome das distribuidoras ou da empresa produtora que esteja distribuindo diretamente a obra, com a exigência de que estejam com o cadastro regularizado na Ancine.

EU PESQUISO

Tradução da seção “Eu pesquiso” para Libras (link externo)

Português como segunda língua para surdos

A prática da escrita através da experiência da leitura é um desenvolvimento necessário e presente na proposta bilíngue, quando se reconhece a língua brasileira de sinais – Libras, como língua oficial da comunidade surda e que possui o português como segunda língua (L2) na modalidade escrita. Visto isso, objetiva-se analisar na pesquisa, o nível de conhecimento do português como segunda língua do aluno surdo devidamente matriculado no curso de Letras Libras da Universidade Federal do Ceará. Além disso, analisar seu desenvolvimento durante 1 ano, a fim de ressaltar a importância de uma segunda língua para o indivíduo e contribuir no desenvolvimento da sua formação acadêmica no que diz respeito ao aperfeiçoamento de sua L2.

Misael Lima

A pesquisa se dá através de testes de fluência dos alunos surdos a partir de análises textuais produzidas pelos mesmos e, a partir disso, estima-se o levantamento de dados estatísticos acerca do conhecimento dos alunos surdos frente sua segunda língua. Os resultados trariam para comunidade surda acadêmica da UFC, uma pequena amostra sobre o nível em que está sua língua estrangeira e após os resultados, um caminho para buscar sempre as melhorias acerca da difusão e aperfeiçoamento da L2 dentro da comunidade surda. Portanto, mergulhados no conhecimento efetivo da língua materna e atrelado ao desenvolvimento eficaz e sólido da segunda língua, permite-se que haja um enriquecimento linguístico e uma amplitude de vocabulário e práticas de escrita.

 

Misael Lima. Ex-bolsista da Secretaria de Acessibilidade UFC-Inclui.

TEMPO LIVRE

Tradução da seção “Tempo Livre” para Libras (link externo)

FILMES:

PARATODOS

Cartaz do filme "Paratodos"

O documentário mostra a trajetória, a vida e os desafios de atletas paralímpicos na fase de preparação para os Jogos Paralímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. Paratletas da natação, atletismo, canoagem e futebol mostram seu dia a dia, a superação, os obstáculos, as alegrias, e as tristezas de suas vidas pessoais e de seu treinamento.

 

 

Título original: Paratodos
Diretor: Marcelo Mesquita
Ano de produção: 2016
Gênero: Documentário
Duração: 110 min

 

Cromossomo 21

Cartaz do filme "Cromossomo 21"

Vitória (Adriele Lopes Pelentir) é uma moça com Síndrome de Down e leva uma vida completamente normal. Entre as aulas de natação, piano e a faculdade, ela conhece o jovem Afonso (Luís Fernando Irgang), que não tem a deficiência, e a paixão é instantânea. Agora, os dois vão iniciar uma história de amor que nenhuma diferença conseguirá abalar.

 

 

Título original: Cromossomo 21
Diretor: Alex Duarte
Ano de produção: 2015
Gênero: Romance
Duração: 111 min

LIVRO:

A terra dos meninos pelados

Capa do livro "A terra dos meninos pelados"

O livro trata sobre o respeito às diferenças e conta a história de Raimundo, um menino careca que tem um olho azul e outro preto. Por ser considerado estranho, seus vizinhos não falam com ele e o apelidam de Raimundo Pelado. O garoto então cria um país imaginário chamado Tatipirun, onde todas as pessoas são como ele: carecas e com um olho preto e outro azul.

 

 

Título original: A terra dos meninos pelados
Autores: Graciliano Ramos
Ano: 1939 (1ª Edição)
Gênero: Conto infanto-juvenil

 

AGENDA

Tradução da seção “Agenda” para Libras (link externo)

Grupo de estudos

Secretaria de Acessibilidade UFC Inclui promove um grupo de estudos por meio do Projeto Acessibilidade em Ação. Os encontros acontecem mensalmente na Secretaria de Acessibilidade UFC Inclui. O grupo tem como objetivo promover o conhecimento e gerar discussões sobre políticas de inclusão e acessibilidade, assim como estimular o bom convívio e relacionamento com pessoas com deficiência. Todos os alunos, professores e servidores da UFC, além de cidadãos interessados em conhecer o assunto ou se aprofundar no tema, estão convidados a participar. Não é necessário fazer inscrição prévia. Acompanhe o Facebook da Secretaria de Acessibilidade UFC Inclui para mais informações.

INFORMAÇÕES
Facebook: https://www.facebook.com/acessibilidadeufc/
Telefone: (85) 3366 7908
E-mail: apoio.edu@acessibilidade.ufc.br

EXPEDIENTE

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
REITOR: Henry de Holanda Campos
DIRETORA DA SECRETARIA DE ACESSIBILIDADE UFC-INCLUI: Vanda Magalhães Leitão
EDIÇÃO: Beatriz Carvalho / Luan Carvalho /Valéria Souza
TEXTOS: Beatriz Carvalho / Luan Carvalho /Valéria Souza
PROJETO GRÁFICO: Paulo Cardoso
DIAGRAMAÇÃO: Valéria Souza / Luan Carvalho
DISTRIBUIÇÃO: Secretaria de Acessibilidade UFC-Inclui
Av. da Universidade, 2683, Centro de Humanidades I – Benfica, Fortaleza – CE
TELEFONES: (85) 3366 7660/7908
E-MAIL: ufcinclui@acessibilidade.ufc.br/apoio.edu@acessibilidade.ufc.br